segunda-feira, 27 de julho de 2009

JOGO DE CINTURA

Hoje aconteceu uma falha no Jornal Nacional e que virou falatório em muitos lugares. Só que o que aconteceu hoje não foi um simples erro do jornalista, no caso Heraldo Pereira, foi uma falha operacional grave.
O Jornal Nacional e a grande maioria dos outros telejornais de todas as TVs tem uma coisa chamada escalada. Nada mais é do que um resumo das principais notícias que vão ser apresentadas na edição. É algo muito rápido, bem "manchetado" e dinâmico. Durante a tal escalada Heraldo Pereira errou e parou, ficou irritado com o erro e pediu desculpas (veja vídeo abaixo).
Chegaram a me dizer que ele não teve jogo de cintura. Mas nem se ele quisesse porque aquilo é gravado. A escalada é uma operação de "risco" por isso as emissoras preferem gravar e evitar erros (o que aconteceria hoje se fosse ao vivo). O problema foi da edição que trocou a fita ou não editou. Sei lá o que aconteceu lá no switcher, só sei que não entrou a escalada certa. Heraldo Pereira não tinha como consertar.
De qualquer forma, um programa ao vivo é sempre compliacado e sujeito a esses tipos de falhas. É por isso também que o "ao vivo" é tão gostoso, nos faz ter jogo de cintura.



6 Comentários:

Anônimo disse...

Errar é humano, aGlobo erra mas conserta rápido, pior é o SBT que está errando feio com seus telespectadores com a vergonhosa nova edição do show do milhão. Basta ler os comentários dentro do blog da novela vende-se um véu de noiva, no site do próprio SBT para ver que a coisa tá ficando feia por lá. Isso sim é uma vergonha.

Antenor Thomé disse...

Oi Anonimo!!!!

Errar é humano!! Concordo... E não importa qual a emissora, todas devem primar pelo acerto...
O que aconteceu foi uma falha feia de organização.
Certamente não vai se repetir!

Fabricio disse...

Deu ziquezira.....rs

Ana Beatriz C. disse...

Nossa, coitado do Heraldo, ficou tão sem graça que começou logo atropelando o simpático "Boa noite!" da Renata, que por sua vez, deve ter ficado com uma vontade louca de dar risada. Mas claro, são profissionais competentes que sabem segurar bem a situação, evitando uma gafe superior àquela cometida pelos editores.

Seria até injusto da minha parte criticar o trabalho do JN levando em conta apenas as falhas de editoração, mas preciso comentar que, ultimamente, tenho visto um número muito desconfortável de falhas durante o jornal. Seja uma câmera intrusa que quase acerta o âncora, seja um corte indevido para a bancada durante a matéria que acaba por revelar a jornalista penteando os cabelos, tudo precisa ser estudado para que não volte a acontecer.

Um detalhe que tem chamado muito a minha atenção e que eu gostaria de compartilhar com você, até para ver se mais uma vez pensamos parecido, é a questão de entradas ao vivo. Não foi uma vez, nem duas, muito menos três vezes em que o jornalista, o médico, o ministro, ou quem quer que seja que tenha entrado ao vivo, foi apressado e desconfortavelmente cortado pelos apresentadores. A meu ver, assim como o repórter precisa combinar com seu entrevistado como se dará a conversa ao vivo, os âncoras precisam pré-estabelecer com seus convidados o tempo disponível, para que assim a apresentação fique muito mais segura e educada, o que, sinceramente, tenho visto pouco no JN e em alguns outros jornais do primetime.


Ontem estava todo mundo um pouco confuso, haha! A Ana tinha que falar "Fórmula Indy" e mandou um belo "Fórmula Índia", que além do meu riso, arrancou dela um olhar assustado e um pedido de desculpa... Foi engraçado!

Creio que "falei" demais, liga não, quando eu descambo não paro mais!

Muito obrigada pelo comentário no Declarando e o apoio que você sempre me dá, o.k.?

Beijo!

@felipemarcel disse...

Fala, rapaz!

Acho que essa falha é por conta de terem dado férias pra muita gente lá pela produção do JN. É muito fácil perceber que são pessoas diferentes que estão tocando o Jornal.
Os vts entram de forma diferente e até as posições de câmera são outras. Esses dias, veja só, no encerramento do jornal não houve a clássica passagem da câmera sobre a redação. Ficou estancada na bancada. Tá na cara que tem uma pessoa diferente por ali.
E sem o chefão Bonner por lá, deve tá uma espécie de tribo sem cacique, né?!

Enfim, lendo o comentário da moça acima, não pude deixar de dar de cara com a frase "o repórter precisa combinar com seu entrevistado". Combinar? Como assim, estão fazendo jornalismo ou publicidade? Até onde eu sei, o jornalismo conta com a verdade, sem que haja combinção ou manipulação. O que achas, colega?

Um abraço e parabéns pelo novo layout do blog!

Ana Magal disse...

Infezlimente acontece isso com os melhores profissionais. Nem o Bonner escapou de erros. O próprio Cid Moreira foi um dos campeões que vira e mexe dava uma falha. Isso é normal.

Outro que me fazia rir quando errada era o Casoy, ele ficava irado quando acontecia um erro na pré-produção e sobrava pra ele ao vivo, rss...

Isso, infezlimente acontece com qualquer jornalista, em qualquer emissora, no mundo inteiro e não só no Brasil. Parem pra assistir um dia inteiro a CNN para ver se você não morre de rir com as 'pequenas grandes falhas' rsss

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