segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

COMO NÃO USAR A INTERNET

Gafes acontecem com todo mundo, em muitos momentos somos colocados em situações constrangedoras e nem sempre a saída que escolhemos é a melhor. Mas é claro que se precaver, tomar alguns cuidados pode nos livrar de muitos problemas, principalmente quando trabalhamos em veículos como a televisão e o rádio.
Vi no blog da Rosana Hermann a gafe de radialistas com um assunto nada engraçado, a morte de uma pessoa, mais precisamente a morte do locutor Lombardi. Tudo aconteceu pela total falta de noção e atenção de um dos radialistas que usou a internet como a principal fonte de informação, mas não prestou atenção naquilo que pesquisou. A bobagem foi ao ar e está no vídeo logo no fim do texto.
Fiquei pensando sobre esse uso desenfreado da internet como única e totalmente crível fonte de informação. Não é de hoje que trabalhos acadêmicos, pesquisas, busca por informação tem se concentrado na rede. A internet é uma fonte sensacional para que isso ocorra, mas a internet oferece também muitas armadilhas.
O caso dos radialistas não é o primeiro e muito menos será o último. Nas redações a comodidade e rapidez que a internet traz tem feito muito jornalista esquecer de usar o telefone ou ir em busca das informações no "calor dos fatos". O mundo está ali, diante dele, de graça e repleto de facilidades. Claro que a internet pode e deve ser usada como fonte de pesquisa e auxilio, mas não pode ser a única, e se for, que no mínimo seja checada.
Lembrei de um fato real que aconteceu na sala onde minha irmã estudava. Ela fazia curso de fisioterapia em uma faculdade que está bem famosa recentemente e a professora pediu um trabalho sobre TVP (Trombose Venosa Profunda). Todos os alunos entregaram e quando a professora foi devolver o trabalho chamou a atenção de um aluno que usou a internet de forma errada. Quis ser esperto mas se deu mal, ele entregou um trabalho sobre TVP (Teorias de Vidas Passadas). O cidadão não teve o trabalho de ler o que ele copiou.
O que me preocupa é que isso não é uma exceção , tem acontecido com mais freqüência. Plágios, gafes, equivocos e muita dor de cabeça para quem acredita em tudo o que está na internet ou para quem não sabe fazer o bom uso do mar de informações que está na rede.

2 Comentários:

Telma disse...

Sou professora e infelizmente isso acontece com muita frequencia na sala de aula.
A internet virou uma grande parede para os alunos se apoiarem, eles acabam não aprendendo nada, só copiam.

Gostei do post

Um abraço

Telma

Paulo Castilho - Videorrepórter disse...

Boa situação para questionar a obrigatoriedade ou não do diploma de Jornalista, em época de mídias livres. Será que os locutores que cometeram a gafe têm algum tipo de reconhecimento profissional para exercerem a atividade na qual acabaram se embananando??? Vergonhoso se eles forem jornalistas... Sinal que o diploma não faz diferença. Se não forem jornalistas, sinal que o diploma pode fazer falta nestes casos... De qualquer forma, LAMENTÁVEL!!!

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