sábado, 26 de novembro de 2011

VIAJAR É PRECISO

Depois de quase dois anos de trabalho seguidos sem conseguir descansar finalmente vou poder aproveitar alguns dias de sol, calor e belas praias. 
A última vez que saí de São Paulo para curtir uns dias de tranquilidade foi em janeiro de 2010 quando estive na capital carioca. 
Tudo aconteceu por acaso desta vez, mas de qualquer forma consegui me programar para que um compromisso pessoal se transformasse em uma boa oportunidade para um breve descanso. o destino é a cidade de Maceió, capital do estado de Alagoas.
Assim como os médicos, que estão sempre prontos para o trabalho, nós jornalistas também estamos sempre ligados e nas férias ficamos no stand by. Basta um sinal para que entremos na ativa. Desta forma irei aproveitar minha estada em Maceió para gravar uma videorreportagem aqui para o Mural do Antena.
Não sei qual mala está mais carregada: a das roupas e pertences pessoais ou a mochila com os equipamentos de gravação. Perdi mais tempo com câmeras, baterias, cartões de memória, microfone, notebook, cabos, máquinas fotográficas, carregadores e por aí vai...
Por causa da viagem o número de postagens na próxima semana ficará menos ativa, porém vou pingando algumas fotos e fatos curiosos por aqui. Não custa lembrar que neste final de semana ocorre o GP Brasil de F1 e as garotas do grid aqui do nosso país estarão encerrando a série de postagens das Paddock Girls. 
Espero conseguir recarregar as baterias para enfrentar mais um período sem saber o que é descansar. Não conheço Maceió, mas pelo que as pessoas tem me falado e por tudo que tenho visto e pesquisado tenho certeza que voltarei novo. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O MEDO DE VOAR

Confesso que fico um pouco incomodado antes de fazer viagens aéreas. Nunca tive algum problema durante o voo, porém o fato de estar dentro de uma aeronave não me deixa completamente tranquilo. 
Conheço pessoas que tem pavor de entrar em aviões. Minha mãe não gosta e faz de tudo para não entrar neles. Tenho um amigo que depois de passar por uma grande turbulência durante um voo só entra em avião depois de tomar calmantes. 
Vou viajar no sábado e essa proximidade vai criando uma certa ansiedade. Meu irmão vai comigo e será a primeira vez dele viajando de avião. Ele diz que está tranquilo, mas dá para perceber uma certa tensão no rosto dele. 
Apesar dessas coisas voar é incrível. A visão que se tem lá do alto, o clima que envolve um voo. Ainda acho que existe um certo glamour em viajar de avião. Voo internacional então parece ainda mais gostoso.
Por falar em voar, também tenho paixão por helicóptero. Apesar do certo receio, assim como tenho com avião, a sensação de liberdade é muito interessante. São duas experiência completamente diferentes quando voamos de avião e de helicóptero. 
Tive algumas experiências radicais voando com helicópteros. A primeira foi quando gravamos com a Polícia Civil, em 2006. Fizemos voos simulados de ação e vou dizer uma coisa, foi extremamente radical. Rasantes, manobras complexas, velocidade... Saí de lá com as pernas bambas. Depois tive outras oportunidades, gravando até para aqui para o blog. 
O bom que até sábado tenho tantas coisas para fazer que não vou ficar pensando tanto nisso, agora só na hora de voar mesmo, e sei que lá do alto a ansiedade passa e podemos aproveitar melhor a experiência que é sempre incrível.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A PONTE QUE CAIU

Foto: Rodrigo Coca/ Folhapress
Nesta madrugada parte da calçada e da mureta de proteção em um dos sentidos da Ponte do Remédios desabou. A ponte que fica na divisa entre São Paulo e Osasco e cruza o Rio Tietê é bem movimentada e por sorte o fato ocorreu em um período com pouca circulação de pessoas.
Esta mesma ponte há alguns anos teve que ser interditada e reformada por estava prestes a desmoronar. Um verdadeiro degrau surgiu no meio da pista impedindo a circulação dos veículos. Obras foram feitas e a ponte estava pronta para voltar a receber os carros.
O problema desta vez foi diferente porém mostra o completo desgaste estrutural das pontes que cortam os rios de São Paulo, tanto o Tietê quanto o Pinheiros. Não precisa ser especialista para notar que a grande maioria das pontes da cidade está em péssimo estado. 
As pontes da cidade são muito antigas, a dos Remédios é de 1969, e isso já é um sinal preocupante pela fadiga das estruturas. Outro ponto é o desrespeito as leis de trânsito já que muitos caminhoneiros ignoram os alertas de altura e tentam passar sem sucesso, causando choques, arranhões e danos graves nas pontes. 
Soluções? Bom, um trabalho preventivo, obras emergenciais e em alguns casos até a demolição e construção de uma nova no lugar. As novas pontes construídas na cidade são um exemplo de como as pontes antigas são mal feitas. Apesar de odiar essa modinha de ponte estaiada em tudo quanto é lugar, elas são mais firmes e até mais bonitas. As antigas são fracas, feias e um risco para quem passa por elas. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

O ORELHÃO

Ele sempre teve sua importância, no passado ainda mais, porém a tecnologia chegou e com ela trouxe novas possibilidades de contato. Apesar de tudo ele não deixa de estar sempre disponível, pronto para qualquer emergência, para aquela conversa necessária. Nos momentos que você menos espera ele pode te salvar.
Mesmo sabendo dessa importância ele se sente só. Fica lá como se não fizesse parte da paisagem, se camufla no meio das pessoas, diante de muros pixados ou de fachadas glamurosas de lojas de grife. Sabe se portar em qualquer ambiente, seja na favela ou nos condomínios de luxo. Não discrimina ninguém e sempre dá linha para quem precisa.
As vezes é agredido de forma gratuita. Mesmo assim segue em frente, se recupera e continua lá firme e forte. Leva chuva, vento, frio, calor, sofre com muitas coisas. Ele está vendo alguns companheiros sucumbirem diante da depressão e estão deixando de funcionar. Sempre fica bem irritado quando dizem que ele ficou "mudo" sendo o que ele menos faz é falar.
Sua missão é ouvir, tanto que o apelido é orelhão, mas ele até que gostaria de falar já que tem muitas histórias para contar, só precisa encontrar uma orelha disposta a escutar.  

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ÚLTIMO DIA

Amanhã é o último dia de votação do Prêmio TopBlog 2011. Como já escrevi em posts anteriores o Mural do Antena está no Top 100, ou seja, está entre os 100 blogs mais votados da primeira fase do concurso. 
Desde o primeiro ano do blog tenho a felicidade de ser indicado e ficar entre esses 100 blogs na categoria arte e cultura. Isso é sempre um incentivo a mais para quem gosta de blogar, leva isso a sério e tem o compromisso com todos aqueles que visitam o seu espaço, comentam, criticam, apoiam e ajudam a formar essa ferramenta tão gostosa de trabalho.
Sim, o blog no meu e no caso de muitas e muitas pessoas sérias é um trabalho. Nem sempre um trabalho remunerado, mas que sem dúvidas é muito prazeroso. Seja fazendo os textos, pensando nos assuntos, gravando as videorreportagens esse espaço aqui é mais uma forma honesta e possível de fazer jornalismo sim. Eu faço jornalismo, alguns fazem humor, outros fazem poesia, tem os que fazem ciência, aqueles que educam, que dão dicas, que falam sobre moda, que aceleram, que ajudam outros blogueiros e por aí vai, as possibilidades são quase que infinitas. 
Bom, como amanhã é o último dia venho fazer o último apelo para que você vote neste blog. É bem rápido e fácil. Basta clicar neste link aqui e lá você vai encontrar o ícone votar. Você pode votar pelo e-mail e pelo twitter também. Escolha a opção e pronto. Se voc6e tiver mais de um e-mail pode votar mais vezes.
Mais uma vez obrigado sempre pelo apoio.


domingo, 20 de novembro de 2011

LUTANDO CONTRA O SONO

Tentar vencer o sono é uma missão impossível. Você pode até achar que está levando a melhor em alguns momentos, consegue ficar algumas horas a mais acordado, adianta algumas coisas, mas sem você perceber ele surge novamente ainda mais feroz.
Eu tenho pouco sono, normalmente durmo muito tarde, aproveito o silêncio da madrugada para escrever aqui no blog, adiantar alguns projetos e editar os vídeos que gravo. O sono custa a chegar e quase sempre vou para cama ainda com a mente bem ativa. 
Mas existem ocasiões que somos levados ao limite e neste exato momento estou no final das minhas forças para resistir ao sono pesado. Uma resistência justificada, já que o final de semana foi de muito trabalho. No sábado estive pela manhã na Cásper para um novo bate papo com os alunos da pós-graduação, a noite mais gravação de uma matéria que não posso divulgar ainda e neste domingo, às 6 horas da manhã, já estava na rua indo gravar a última etapa do Circuito Athenas. 
Depois de chegar em casa o trabalho não terminou, fechei a matéria e aproveitei para resolver alguns assuntos pessoais e agora estou aqui quase vencido pelo sono, mas não deixando de fazer o que gosto tanto que é escrever. 
O sono venceu e agora é recarregar as baterias porque essa semana que começa vai ser muito corrida!!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CORPO EM MOVIMENTO

Uma das maiores reclamações das décadas passadas em relação aos vídeo games era de que as crianças ficavam sedentárias por causa das horas e mais horas que ficavam paradas diante dos jogos. Não que isso tenha mudado completamente, mas de alguns anos para cá muito tem se investido para que o corpo saia da inércia e ganhe estatus de controle dos jogos.
A Nintendo lançou seu console Wii que mexeu com o mercado tendo controles que dependia do movimento para que a ação fosse desenvolvida. Controles pequenos e diferentes empolgaram e fizeram muita gente se mexer por aí, principalmente os concorrentes. 
De forma ainda mais surpreendente a Microsoft veio e lançou o Kinect, um aparelho acoplado ao XBOX que elimina completamente o uso de controles, tudo passa a ser feito conforme o movimento do corpo. A Sony também tem o seu equivalente e promete fazer barulho com isso.
Sempre achei interessante essa proposta diferenciada e mais participativa de experiência com games. Não resisti e comprei o Kinect e achei muito legal. Já tinha jogado em outras oportunidades, mas dessa vez, munido de vários jogos diferentes fiquei realmente impressionado. Até minha mãe e meu pai que não são nada ligados a vídeo games ensaiaram uns pulos. 
Lembrei dos meus tempos de Atari e Mega Drive, quando a minha maior reclamação era o cabo curto dos controles. Não me recordo de ter imaginado algo como o que joguei hoje. Meu sobrinho de quase 3 anos de idade achou super legal e divertido, encarou com naturalidade todo aquele movimento. Bobos estávamos todos os "mais velhos" que se divertiam com pequenos pontos na tela que lançavam pontinhos menores para atingir algo que se parecia com um avião ou então com um circulo amarelo que comia pontinhos brancos fugindo de fantasmas coloridos pelo labirinto. 
Pra quem gosta de vídeo game as duas formas, sendo pulando na frente da TV ou apenas com um controle básico que tem uma alavanca e um botão, são extremamente fascinantes e viciantes. 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

TEMPO DA FLOR

Assim como aconteceu da outra vez, venho divulgar antes mesmo de assistir a peça da minha amiga publicitaria e atriz, ou atriz e publicitaria, Giuliana Preziosi. Toda vez que chegam os convites para as peças que ela participa me bate uma saudade incrível de fazer teatro. Foram bons anos de muita diversão...
Voltando a peça. A Giuliana faz parte de um grupo muito bacana e respeitado que é o Oficina dos Menestréis. Desta vez o grupo coloca mais de 50 atores em cena, música ao vivo e uma atmosfera que retrata as aventuras e emoções de um grupo de hippies da década de 70. 
A peça "Tempo da Flor" é inspirada no clássico filme Hair de 1979. Sem dúvida um espetáculo que vai envolver toda a plateia. Posso afirmar sem ver porque conheço o trabalho dessa turma e da última vez, quando assisti "A Sétima Arte II", saí muito empolgado com o que vi. 
Vou fazer o possível para conseguir assistir, já que faltam apenas dois finais de semana de apresentação e no último não estarei em São Paulo, portanto só me resta este. 
O serviço completo da peça está neste banner no fim do post. Para o ingresso promocional de 20 reais, entre no site do grupo (clique aqui) faça um cadastro bem simples e imprima uma carteirinha especial que dará descontos para esta e outras peças do Oficina dos Menestréis.
Giuliana, vou fazer o possível para ir!!!!


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A ARTE DA ENTREVISTA

O título deste post também é um título de um livro que eu recomendo porém não se trata do livro o que vou escrever adiante. Nessa madrugada o jornalista Pedro Bial assumiu durante um bloco a bancada do Programa do Jô e entrevistou o próprio para a divulgação do livro recém lançado "As Esganadas"
Visivelmente nervoso, Bial estava atrapalhado, não sabia como agir, onde colocar as mãos que tremiam muito, mexeu nos papéis inúmeras vezes, se viu preso a um roteiro pré-estabelecido e por diversas vezes se mostrou perdido. O Pedro Bial é um dos jornalistas que mais respeito (apesar do Big Brother) tem um texto incrível, faz reportagens e entrevistas maravilhosas, mas não estava no "seu" território. 
A entrevista no programa foi uma aula para os estudantes de jornalismo. Mostra o quanto a entrevista é um momento importante e pode ser cruel até com os mais experientes. Colocaram o jornalista numa situação muito complicada que é entrevistar um entrevistador em um programa que não é dele. A entrevista foi ruim. Seria com qualquer jornalista que estivesse ali. 
Entrevistar é uma arte. É o momento onde o jornalista está diante da sua fonte e tem que saber retirar dela a informação que ela possui. Existem técnicas, existem formas de abordagem e existe também talento. Conheço muitos jornalistas que escrevem bem, tem inúmeras virtudes mas que diante de um entrevistado trava e não consegue atingir o objetivo. Vale lembrar que o Bial é muito competente em tudo que faz, inclusive entrevistas. Não estou falando dele neste parágrafo.
Um dos programas que mais gostei de fazer nesses quase 12 anos de carreira foi o "Vozes". Era exibido no Canal Universitário e seguia uma linha muito parecida com o "Ensaio" da TV Cultura. O Entrevistado ficava em um estúdio completamente escuro sentado em uma cadeira discreta, apenas um foco de luz demarcava a pessoa, como uma obra de arte em exposição. Três câmeras posicionadas: uma geral que pegava o corpo inteiro, outra mais fechada e uma terceira móvel que pegava detalhes. As duas primeiras câmeras ficavam travadas, sem operador. Sentado diante do entrevistado, mas fora de quadro, com um monitor diante de mim vendo os cortes realizados no switcher, eu ficava com meu roteiro devidamente estudado e pesquisado com muito cuidado por mim e pela produtora do programa. 
A entrevista tinha em média 50 minutos de arte e me consumia por inteiro. Alguns entrevistados eram mais fáceis de "jogar", já que a entrevista é como um jogo. Se você coloca bem a pergunta, no momento adequado a resposta vem da mesma forma. Outros entrevistados são mais fechados, gostam de dificultar e te colocam em armadilhas, te testam, te fazem transpirar (o que é muito legal também). 
É sempre muito bom entrevistar, mesmo quando nos colocam em algumas roubadas como fizeram com o Pedro Bial. 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O PALHAÇO

Se tem uma palavra que pode definir bem o filme "O palhaço" é singelo. Que filme gostoso de assistir, que passa rápido, que tem uma fotografia bonita, atores no tom ideal, uma história doce e simpática e ainda nos faz rir.
Não é aquele riso escrachado e forçado com piadas ou cenas cômicas das comédias mais atuais. Falo daquele riso inocente do circo, das palhaçadas bobas e infantis mas que inevitavelmente nos tiram um sorriso verdadeiro.
Selton Mello acertou em cheio em retratar a história desse personagem circense. O palhaço é a alma do espetáculo debaixo da lona, é quase que a origem do fazer humor e ainda carrega uma carga de sentimentos imensa, nem sempre sentimentos alegres...
Vale destacar aqui a participação brilhante do ator Paulo José que mesmo tendo enfrentado o Mal de Parkinson conseguiu ir em frente na carreira. Outro destaque fica para a cena feita pelo Moacir Franco, uma cena que exemplifica bem o filme, com dose certa de humor, com atuação perfeita e que ainda nos faz refletir.
O filme consegue inserir o espectador naquela trupe e a cada viagem vamos ficando mais encantados com cada personagem. Fica aqui a dica para esse feriado. Vale ir ao cinema ver "O palhaço". Abaixo o trailer...

Eu faço o povo rir, mas quem é que vai me fazer rir?

 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

AS ÁRABES - PADDOCK GIRLS

A foto principal deste post não é exatamente das moças que perfilam no grid de largada da prova em Abu Dhabi, porém vale ser publicada. Assim como em Mônaco, a prova dos Emirados Árabes é cercada de muito luxo, iates e mulheres maravilhosas. Dito isso voltamos ao assunto principal que ainda são as belas mulheres.
No melhor estilo "bata continência" as moças árabes estavam prontas para enfrentar uma guerra. Pareciam militares perfiladas aguardando o grito de ordem da sua líder. Moças bonitas, mas poucas com cara de mulheres de Abu Dhabi, não que eu seja um conhecedor de mulheres das arábias. Não se pode querer muito de um país e de cidades como essa e Dubai uma característica de seus habitantes já que foram feitas para milionários de qualquer lugar do mundo gastarem suas fortunas, por isso imagino que não há assim uma certa identidade local. Depois dessa divagação étnica vamos ao assunto automobilístico.
O autódromo é lindo, mais uma ostentação dos petrodólares que podem construir maravilhas onde der na telha. O  show criado pela arquitetura, mesclada com uma prova que começa de dia e termina a noite deixa o espetáculo visual de primeira linha, mas a pista é ruim. Pista ruim, com campeonato ganho tinha tudo para ser uma prova muito chata. Não foi, mas também não foi legal.
Vettel saiu logo na segunda curva com um pneu furado. Hamilton aproveitou e venceu, com Alonso em segundo e Button, praticamente vice-campeão em terceiro. Massa vai mal, se na próxima temporada não der uma concentrada vai ser difícil encontrar carro para guiar em 2013. Bruno Senna também precisa acordar, depois de duas belas provas não conseguiu mais andar bem e a vaga dele tem gente esperando de boca aberta. Um deles é Barrichello, que largando em último em um final de semana que tinha tudo para ser um desastre, conseguiu chegar em décimo segundo em uma bela prova com aquela carroça da Williams. 
Próxima e última prova será aqui no Brasil, na minha cidade, e os planos de fazer uma videorreportagem com as nossas paddock girls foram por água abaixo. O circo da F1 chega aqui e eu não estarei, verei tudo direto de Maceió. Mas estou tentando algo especial para finalizar essa série de postagens. 
Que post grande. Abaixo as belas árabes...










sábado, 12 de novembro de 2011

FERIADO DENSO

Favoritei várias reportagens, textos, fotos e assuntos que eu gostaria de escrever e desenvolver por aqui, mas todos são muito densos para um feriadão desses. Escrever é muito gostoso, mas alguns temas merecem um certo grau de atenção e análise que deixa a gente meio que tensos.
Invasão de favela, política mundial fervilhando, Berlusconi saindo, ministros por aqui peitando até bala, mundo da tecnologia com novidades, pesquisas apontando caminhos interessantes na produção jornalística e por aí vai...
Só que com este calor, esta falta de paciência de ficar dentro do quarto diante da tela de computador, prefiro fritar a cabeça nesses assuntos mais pra frente. Até porque me parece que esse feriado não será calmo, há muito mais gelo por debaixo desse iceberg...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

APERTANDO BOTÕES

Se engana quem pensa que vivem de apertar botões apenas os ascensoristas (palavra chata de escrever) de elevador. Nós, diariamente vivemos por apertar, clicar, teclar, ligar, pressionar, por centenas de milhares de vezes este que é praticamente o responsável por fazer o mundo girar.
Claro que se formos parar pra pensar, o botão mesmo, aquele que vai nas nossas roupas, deve ser o que menos utilizamos. Mas a jornada de apertar começa assim que abrimos os olhos, quase que a primeira coisa que fazemos ao despertar para um novo dia.
Ele toca, toca, toca mais um pouco até que não resistimos e acordamos, antes mesmo até de abrir os olhos em alguns casos já fazemos a primeira ação do dia, apertamos o botão do despertador ou do celular ou de que aparelho seja para desligar o maldito barulho. Pulamos da cama e pronto, o botão de ligar a luz, no banheiro a cena se repete, necessidades básicas feitas e lá vai aquele aperto no botão de mandar tudo embora...
Cafeteira? Botão. Microondas? Botão. Fogão? botão e por aí vai. Na cozinha, na sala, no quarto, estamos sendo vigiados por eles ávidos para serem acionados a qualquer momento. Chamou o elevador, e a menos que ele tenha um ascensorista, lá você vai apertar também. No carro você não se livra, alguns até trocaram as chaves por ele. Tem o rádio, GPS, ar condicionado... 
E no trabalho, vivemos por apertar botões. No meu, por exemplo, é botão na câmera, é botão pra editar, é botão pra publicar, botão pra fotografar, botão para o microfone... Vai tudo sendo exigido no automático, mas lá estamos apertando, apertando, apertando...
Nem vou por na conta o celular e o computador, só eles devem ser responsáveis por um recorde na contagem diária de acionar esses mecanismos. 
Agora mesmo só é possível escrever este post pressionando inúmeros botões correspondentes as letras e tal. Você só está lendo graças ao botão publicar que eu cliquei agora há pouco. E assim vai o dia até o momento de dormirmos. Aliás esse post surgiu na minha cabeça em forma de roteiro para um vídeo. Percebi que a última coisa "concreta" que eu faço antes de dormir é apertar o botão de desligar do controle remoto da TV. 
Aliás, quer fazer um grande favor para este blogueiro? Estou na final do TOPBLOG e se você apertar aqui vai ser direcionado para o site da votação. Mais uma clicada no botão que tem lá e pronto você contribuiu com o Mural na última etapa da votação. Valeu!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

PREOCUPAÇÃO COM A BALANÇA

Eu sempre fui magro, sempre até os últimos dois anos. Na verdade venho num processo de engorda desde 2003. Mas nos últimos dois anos a coisa ficou preocupante. 
Quando falo que eu era magro, era magro mesmo, aquela coisa que dava pra tocar uma música nas minhas costelas. Mas eu era magro de ruim porque comia muito, sempre comi muito. Então o processo de engorda foi bem vindo por um bom período. Passei dos 57 kg para 70 kg. Estava gostando, engordei até os 78 que eu achava ideal, mas aí não consegui segurar nessa faixa. Hoje estou com 84 e uma barriga chata que me faz torcer o nariz toda vez que me olho no espelho. 
Lamentações a parte ainda não estou obeso, porém preciso ficar atento para não me tornar um. Esse é um problema que atinge 40% dos brasileiros e que tem se tornado muito comum entre os assuntos discutidos nas rodas de amigos. 
Uma das técnicas utilizada para resolver o problema é a do balão intragástrico. Fui gravar o videocast para o hospital Cecmi sobre o assunto e você pode conferir abaixo. Para visitar o blog do Hospital que tem mais informações sobre o assunto é só clicar aqui

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A IMAGEM EM LUTO

É sempre muito triste quando um colega morre. Um profissional da imagem que antes de tudo era um pai de família, um profissional dedicado e experiente. Gelson Domingos da Silva era cinegrafista de Band e foi atingido com um tiro de fuzil enquanto fazia a cobertura de uma operação policial no Rio de Janeiro na manhã deste domingo.
Ele usava o colete obrigatório para os profissionais de imprensa que fazem essas coberturas na cidade, porem o tipo de armamento utilizado pelo tráfico é muito forte e a proteção é praticamente figurante. Na ocasião da ocupação do morro do Alemão era visível a fragilidade dessa proteção. 
Torcemos sempre para que nada aconteça, não só com quem está trabalhando, mas também com as pessoas que moram e circulam pela região, mas acho que esse tipo de coisa estava prestes a acontecer. 
Na profissão passamos por alguns riscos. Eu já estive em coberturas perigosas com a polícia e confesso que é extremamente aflitivo saber que você corre um risco diante de algumas situações. Por inúmeras vezes já me perguntaram se eu cobriria uma guerra ou essas operações policiais no Rio. Claro que se pensarmos no risco a resposta é não, mas pelo lado jornalístico a resposta é sim sem pensar.
Fica aqui minha solidariedade com a família e colegas próximos ao cinegrafista. Espero que essa tragédia não se repita mais e que os colegas que cobrem essa guerra urbana tenha mais proteção.
Abaixo as imagens divulgadas pela Band da câmera de Gelson, que registrou a própria morte.

sábado, 5 de novembro de 2011

A FELICIDADE É FÁCIL - VIDEORREPORTAGEM


Conheci pessoalmente o jornalista Edney Silvestre na gravação do lançamento do primeiro livro dele "Se eu fechar os olhos agora". Foi uma matéria bem gostosa de fazer e que teve uma repercussão muito boa por aqui. 
O primeiro livro, citado acima, fez um enorme sucesso e foi o vencedor do Prêmio Jabuti e do Prêmio São Paulo. Realmente o livro é ótimo e vale o investimento. Dois anos após a gravação no lançamento do primeiro romance do jornalista lá estava eu novamente na Livraria Cultura do Conjunto Nacional para prestigiar mais uma obra do Edney.
Desta vez o jornalista usa o Brasil da Era Collor no começo da década de 90 como cenário da sua história. "A felicidade é fácil" promete mexer com a emoção do leitor. 
Muito simpático o jornalista mais uma vez conversou com o blog e contou detalhes desse segundo romance. O papo você confere na videorreportagem abaixo. 


DOE UM FONE

Quem nunca passou por uma situação parecida com que acontece no vídeo no fim deste post. Até sugiro que antes de continuar essa leitura você assista ao vídeo e depois volte aqui. 
Algo cada vez mais comum no transporte público são as pessoas sem a menor noção de "espaço". Quando você circula em locais públicos a tendência é que você cause o menor incômodo ao outro, seja com aparelhos sonoros, bons modos e coisas do tipo. Mas isso não tem acontecido muito. 
Posso dar aqui centenas de exemplos de que passei vontade de pegar um celular da mão de alguém e tacar pela janela do ônibus, trem ou metrô. Eu nunca tive coragem, mas já vi gente que se manifestou. Certa vez uma dupla que ouvia um funk dos mais pornográficos que já ouvi na minha vida, acho até que fiz um texto falando sobre isso aqui. A mulher teve que se manifestar, fez isso de forma pacífica e logo os dois desceram do ônibus. 
Outra vez, no metrô lotado vi um homem que estava escutando músicas religiosas em um volume absurdo logo cedo. Não dava para se mexer no vagão e aquela música estava irritando. Eis que surge uma voz dizendo que se o cara não colocasse o fone ou desligasse o aparelho ele iria cantar pessoalmente para Jesus. Houve um princípio de discussão, mas o dono da música percebeu que não estava agradando e resolveu deixar a música para outra hora. 
O que acontece com as pessoas? Será que é a simples falta de educação? Estamos perdendo da noção de espaço? Tem coisas que parecem tão óbvias e não acontecem. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

LIMPANDO A OBRA DE ARTE

A obra que agora está limpa e sem as goteiras.
Obras de arte normalmente valem muito dinheiro por inúmeras razões. Seja por sua beleza, por seu conceito histórico, por quem a produziu, de onde veio, das circunstâncias da criação e por aí vai. Existem as obras de arte consagradas e veneradas por todo mundo e também existem as nossas obras de arte particulares, que são coisas simples mas que tem um valor incalculável para nós.
Li uma notícia hoje falando sobre uma faxineira que "limpou"uma obra de arte no valor de 1,9 milhões de reais que está no Museu Ostwall na Alemanha. A obra chamada em português de "Quando a goteira começa" tinha em sua composição geral uma pintura semelhante a uma poça de água no chão. Foi justamente isso que a faxineira limpou.
Obviamente houve um erro de comunicação e imagino que em locais como este a equipe responsável pela limpeza deve receber instruções minuciosas do que se pode e o que não se pode limpar. Antes de tentar jogar a culpa na pobre faxineira temos que pensar se realmente as instruções foram passadas de maneira correta.
Com essa notícia me lembrei de quantas vezes alguma empregada aqui em casa não danificou algo que não pudesse ser limpo ou que necessita-se de um manuseio especial. Claro que na hora do ódio acabamos culpando as empregadas, mas se o objeto precisava de tanto cuidado será que eu ou alguém aqui de casa foi cuidadoso o suficiente para ensinar ou orientar a pessoa a fazer o serviço de forma correta? Por isso citei sobre as obras de arte pessoais, aqueles objetos que só tem algum significado especial para nós e a outra pessoa não faz ideia do que aquilo representa. 
Ao ler essa notícia também foi inevitável lembrar do episódio do Chapolim onde a empregada limpa um quadro que um artista havia levado anos para pintar. Ela diz para justificar que ela só tinha visto um monte de rabiscos na tela...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ENSINANDO E APRENDENDO

Sabe aquele ditado que diz que melhor do que dar o peixe é ensinar pescar? A melhor forma para também se ganhar o próprio peixe é ensinando a pescar. Vamos mergulhar na filosofia de botequim...
Não tinha parado para pensar sobre algumas coisas da vida na época do meu aniversário há algumas semanas. A falta de tempo fez com que a data passasse meio que voando, sem muitas marcas. Comemorei uma semana depois com os amigos que foi ótimo, mas pouco parei para pensar sobre a vida em si.
Hoje estava aqui conversando comigo mesmo e avaliando algumas coisas que estavam me fazendo feliz ultimamente. Uma delas é a possibilidade de poder "ensinar" coisas que "sei" para aqueles que estão começando e cheios de dúvidas.
Então me lembrei da época de colégio. Sempre fui de prestar atenção na aula para não "perder tempo"debruçado sobre os livros antes de cada prova. Era melhor entender logo do que ficar sofrendo depois. Uma das formas que eu encontrava para estudar era justamente ensinando os outros, no caso as outras porque minha sala era formada por mulheres. Na véspera de cada prova nos reuníamos na casa de uma das meninas da sala para que eu "ensinasse" o conteúdo. Sendo assim tudo ficava fresco na minha cabeça e eu ia bem nas provas. 
Quando comecei a trabalhar em televisão eu era estagiário e ficava de olhos atentos a tudo e a todos que me cercavam para pegar todos os detalhes. Isso foi fundamental para o profissional que sou hoje em constante processo de aprendizagem, porem que se beneficiou de ter prestado atenção em coisas que nem sempre eram ligadas a minha função. Com o tempo o papel se inverteu e eu tinha estagiários sobre o meu "comando" e passei a orienta-los sobre o trabalho. A cada toque, conversa, debate além de ensinar eu estava aprendendo porque todos tem a sua colaboração e o seu ponto de vista sobre determinada coisa. 
Sempre temos que estar preparados para aprender e para ensinar. É um processo constante e que é benéfico para os dois lados, na verdade não existem lados, para se fazer uma dessas coisas tem que estar com a cabeça aberta para receber a outra. 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

VISÃO DE FUTURO

Gosto muito de vídeos conceito, aqueles que tentam mostrar como será o nosso dia a dia no futuro. Os carros, as casas, como iremos nos relacionar. Normalmente esses vídeos erram quase tudo, mas vez ou outra algumas das coisas que parecem absurdas são colocadas em prática. 
Quem poderia imaginar o Ipad e Iphone, a conexão sem fio, a banda larga entre outras tantas coisas num passado recente? O que era ficção hoje está aí tomando conta do mercado. Com o avanço as mentes vão criando mais, sonhando, tendo até alucinações de como viveremos no futuro. 
O vídeo abaixo é mais uma dessas intenções de imaginar nossa vida integrada a aparelhos, telas, compartilhamento ainda mais fácil de informações. Acho interessante, mas creio que nos próximos 10 anos ainda seja difícil de ver metade de tudo em prática. Como disse "acho"porque normalmente somos surpreendidos. 
Eu sempre lembro dos Jetsons quando vejo vídeos deste tipo. Uma forma maluca de prever o futuro, adivinhar como seria a nossa vida com carros voadores, elevadores por sucção, robôs... O futuro deles ainda não se concretizou. Como seria uma nova versão do desenho?
Abaixo o vídeo da Microsoft sobre o futuro.

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