quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

DETECTANDO A PRESENÇA DO INIMIGO

Conforme vamos vivendo, ficando mais experientes e calejados com as lições que a vida nos dá fica mais evidente que devemos confiar nos nossos instintos. 
Ele funciona como um radar que detecta a distância a aproximação do perigo, nos alerta sobre possíveis emboscadas, problemas, decisões equivocadas... Ele está lá sempre funcionando, criando aquele campo magnético responsável por uma auto-defesa invisível.
Eu confio muito no meu, mesmo que as vezes eu não o siga ou que desative em determinados momentos para pagar o preço do risco. As vezes preferimos arriscar e pode ser que dê certo.
O nosso instinto é muito bom mas também pode falhar, é raro mas acontece. Nesses últimos dias o meu radar tem apitado insistentemente. Está detectando algo que não é legal, ainda está distante e não consigo identificar o que é, de qualquer forma já serve para ficar atento e ainda mais ligado para não ser surpreendido ou me decepcionar. 
Me veio na cabeça também a imagem do Chapolin Colorado e suas anteninhas de vinil, só com elas é possível "suspeitar desde o princípio". Será que no meu caso o radar funciona igual ao do herói mexicano?

2 Comentários:

Chris disse...

Acho que sempre temos que usar nosso sexto sentido. A intuição é a melhor defesa que temos contra situações e pessoas que podem nos prejudicar!!bjos

Anônimo disse...

Antes eu achava que isso se chamava implicância. Com os mesmos sintomas "isso não tá certo, essa pessoa não é legal mas sem motivo ou razão aparente", eu falava e tinha gente que achava tbm: era implicância. O tempo me trouxe os motivos e razões, junto com uma bofetada.

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