terça-feira, 19 de junho de 2012

QUANDO VI A MORTE DE PERTO

Não fiz muito alarde porque também não tenho muito tempo para perder, mas é claro que eu tinha que escrever sobre minha experiência de quase morte. Sim, nesta segunda-feira eu quase parti dessa para uma melhor. 
Não vou ficar aqui detalhando o fato. Basicamente eu esperava na calçada para atravessar a rua, ao meu lado uma mulher também aguardava, quando um carro perdeu o controle e veio na nossa direção. Tudo ocorreu em uma piscar de olhos, quando ouvi o barulho do freio e o estrondo do carro com o poste eu fiquei meio que paralisado. 
Sim, um poste, que estava bem ao meu lado foi o que segurou o carro e evitou que ele passasse por cima de mim e da mulher ao meu lado. Seria fatal pela velocidade e também pelo fato que o carro nos acertaria em cheio. As pessoas em volta ficaram pasmas com nossa sorte, proteção ou seja lá o que for. 
Não tive tempo de ficar por lá vendo uma cena que poderia ter sido trágica pra mim. Ia até tirar uma foto, mas resolvi deixar a cena para minha própria memória. 
Não foi dessa vez, mas voltado para casa fiquei pensando em algumas coisas. Pensei principalmente na palavra intensidade. Juro que tive vontade de sair sem rumo, dar um mergulho no mar, dar boas risadas sobre nada e me empenhar ainda mais no que faço. 
Poucas horas depois, já refeito do susto estava fazendo o que gosto ao lado de uma pessoa que me faz um bem incrível. 
A morte bem que chegou perto, flertou, disse um olá e resolveu que não era a hora.
Sinceramente eu ficaria muito bravo se ela me levasse. Nunca vivi experiências tão intensas na minha vida, seria uma sacanagem me tirar do jogo antes do final da partida. Ainda bem que não tirou, o dia estava apenas começando...

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