sábado, 29 de setembro de 2012

MORRE HEBE CAMARGO

A apresentadora Hebe Camargo morreu na madrugada deste sábado, aos 83 anos. Ela teve uma parada cardíaca na casa dela.
Bom, tudo o que eu disser aqui é pouco pelo que ela representa para a televisão brasileira. Era pra ter cantado o hino na inauguração da Tupi, foi buscar em Santos as caixas que traziam equipamentos e até poucos meses atrás comandava seu programa de entrevistas tão famoso e requisitado. Todos os artistas queriam sentar no sofá famoso.
Tive alguns encontros com a Hebe, o mais recente foi pouco antes da última internação dela nos bastidores da RedeTV!, foram vários durante minha carreira. 
Lembro de uma vez, ela ainda estava no SBT e em um evento precisava gravar com ela mas os seguranças fizeram uma barreira enorme e ela sairia pelos fundos de um evento. Por sorte fiquei bem próximo a essa saída escondida e quando ela me viu pediu licença aos seguranças e falou por alguns minutos. 
Na quinta-feira ela tinha assinado um novo contrato com o SBT e estava extremamente feliz. Uma volta que traria de volta o sorriso para a vida dela. 
Quem convive comigo sabe que por algumas vezes afirmei, até pelo que vi dela nos últimos meses, que ela só morreria feliz quando voltasse ao SBT. Foi o que aconteceu, não deu tempo de uma despedida no palco, mas tenho certeza de que o coração dela estava muito mais feliz nesses últimos 3 dias...

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

DE PRÓPRIO PUNHO

Pode parecer preciosismo da minha parte, bobagem ou coisa sem muita importância, mas tem manias que adquirimos e coisas que gostamos que não adianta muita falar que continuamos gostando. 
Eu sempre gostei de enviar ou receber coisas escritas de próprio punho. Bilhetes, cartas, recados ou coisas do tipo. Sempre achei muito mais pessoal, mais verdadeiro, mais próximo. 
Claro que imprimir um recado, algo do tipo muitas vezes é mais prático, nem tanto pelo imprimir, mas pelo fato de poder escrever, editar, verificar ortografia, trocar fonte e essas coisas. Pode até ficar mais bonito e existem ocasiões que é mais do que obrigatório ser dessa forma. 
Ontem estava escrevendo um texto homenagem para uma pessoa aqui no computador quando parei e pensei: "poxa, seria muito mais interessante se eu escrevesse isso a mão, o bom e velho papel, caneta e pensamento". 
Aqui no computador você para, pensa, reescreve, muda. Com a tinta não, escreveu é aquilo, a menos que você amasse o papel arremesse no lixo e comece novamente. Mesmo assim nunca vai sair igual.  A fonte é a sua letra, quase como uma transferência da alma diretamente para o papel.
Eu sempre fui assim, no que posso deixo bilhetes escritos, recados... 
Lembrei de dois fatos interessantes. Na época do Canal Universitário tínhamos um armário para guardar as fitas betas com as matérias brutas. Meu horário quase nunca batia com o da Priscila, editora de texto, então nossa comunicação era sempre por bilhetes que colávamos nas portas do armário. 
Os bilhetes também me ajudaram na conquista. Lembro de uma época que trocava bilhetes com uma menina que depois se tornou minha namorada... Era muito bom!!
Agora vou deixar o teclado e pegar uma caneta para escrever terminar de escrever o texto homenagem para uma amiga muito querida. 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

PAI MANDA O BRINQUEDO DO FILHO PARA O ESPAÇO

O vídeo que eu indico neste post e que você encontra no final deste texto é muito legal. Legal por vários aspectos diferentes.
Um pai resolveu armar uma brincadeira bem lúdica, diferente e extremamente excitante para o filho dele. O pai pegou o brinquedo favorito do filho, um trenzinho, e literalmente mandou para o espaço. Depois fez uma verdadeira caçada para recuperar o brinquedo e ainda conseguiu imagens ótimas do espaço. Isso mesmo, do espaço.
Nem vou ficar explicando muito aqui porque o vídeo é ótimo. Muito bem feito tecnicamente, muito emocionante e também uma ideia ótima!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A CULPA É DO URSINHO TED

A polêmica está no ar. Tudo por causa de um ursinho, o TED, que digamos não é nada convencional. Usuário de drogas, preguiçoso e vagabundo, ele faz amizade com um humano. Não vi o filme, mas achei o trailer bem divertido e quero assistir.
O problema começou quando o deputado Protógenes Queiroz (PC do B) levou o filho para assistir ao filme. Até aí tudo normal. Mas o deputado ficou indignado com o rumo do filme, ficou chocado com as cenas e bradou por redes sociais a fora contra a exibição do filme. 
Ele quer proibir o filme de ser exibido e vai pedir explicações do Ministério da Justiça e da Cultura por terem feito a classificação indicativa do filme.
Então que vem a parte interessante da história. O filme foi classificado para faixa dos 16 anos. Acho completamente natural e não vejo problemas. Porém, atente-se ao porém, o deputado levou o filho de 11 anos, isso mesmo, 11 anos para ver tal obra cinematográfica. 
Caro deputado, vejo alguns problemas. Realmente o filme para maiores de 16 não deveria ser visto por uma criança de 11 anos. O senhor errou em levar seu filho ao cinema para ver um filme que está claro que não é para a faixa dele. 
Outro erro, o senhor já deveria saber do conteúdo de tal filme por trailers, vídeos, comentários em jornais. Porque optou justamente por esse filme, sabendo que é um filme com temática pesada?
Mais um detalhes. Qual cinema foi esse? Porque temos um grave problema. O senhor conseguiu entrar com uma criança de 11 anos em uma sessão para maiores de 16. Isso me cheira incompetência da rede de cinemas ou então carteirada política para que o senhor fizesse o que bem quisesse. 
O cara quer culpar a o filme pela atitude errada dele. Convenhamos hein deputado.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DESCOBRINDO TESOUROS

Tudo está conectado. Nessa vida uma ação vai acarretar em outra e assim vamos criando as interligações que vão formando nossas mais variadas redes. Seja de contato, de trabalho, de amigos, de oportunidades, gostos, relacionamentos, conhecimento...
A cada novo contato uma gama infinita de possibilidades se abre e ajuda a expandir tudo aquilo que temos diante dos olhos. É como abrir um livro, conhecer novos personagens, histórias, emoções. Todo os dias estamos aptos a nos deparar com isso. 
Quando aceito um novo trabalho, uma nova gravação, não me importo qual o assunto, se vai ser uma gravação comum ou diferente, se vai ser fácil ou difícil. Gosto mesmo de abrir os horizontes porque cada nova pauta, novas pessoas e histórias conhecemos.
Recentemente tenho feito muitas coisas ligadas a área da saúde. Acho muito legal porque fui tendo contatos bem interessantes. Na semana passada gravei mais um videocast para a Clinica Fluyr Saudável. Nesse videocast tive a oportunidade de conhecer o trabalho do Projeto Alma de Batera
Aliás, aproveitando para abrir um parênteses e parabenizar a todos da clínica que em breve estará em uma nova sede no bairro do Jabaquara. 
Abaixo o videocast da clínica que é parceira do projeto e em breve você vai conferir mais detalhes no Personas.

domingo, 23 de setembro de 2012

UM DESAFIO DE QUEBRAR A CABEÇA

Eu adoro quebra-cabeças. Se pudesse sempre estaria montando um, mas alguns problemas de espaço e criança pequena por perto me desanimam um pouco. 
Sei que é uma desculpa um pouco esfarrapada, principalmente a parte do espaço. Hoje já existem formas práticas de começar a montar o quebra-cabeça e guardar de uma forma segura e continuar montando depois.
Sempre quando passo em alguma loja de brinquedos fico naquela vontade de comprar. Sou tão maluco que quero comprar logo os gigantes. Já montei um de 1.500 e outro de 2.000 peças. Quero montar o de 5.000 mas preciso me preparar psicologicamente e também antes desse desafio montar um menor. 
Essa vontade ficou ainda maior quando fui gravar, junto com minha amiga Milla Linhares, uma entrevista para o Personas com a Luiza Figueiredo
Luiza é recordista mundial em quebra-cabeças, está no Guinness Book e em um quarto da sua casa mantém um verdadeiro tesouro. Conhecemos quebra-cabeças que não fazíamos ideia de que existiam. Essa foi mais uma personagem que descobrimos para nosso site e que vale a pena você conferir. 
Abaixo segue o vídeo, mas lá no Personas você ainda encontra fotos dos bastidores e outros depoimentos curiosos e emocionantes. Aproveite também e curta a página do personas no Facebook, é só clicar aqui

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A CRIATIVIDADE E AS PARÓDIAS

Vira e mexe surge algo que explode na mídia e vira assunto durante algum tempo. Seja uma polêmica, seja um vídeo curioso, uma música diferente ou até um espirro durante o telejornal. Explodiu, viralizou e despertou a criatividade de muita gente.
Recentemente o sul-coreano Psy lançou um videoclipe que imediatamente ganhou a atenção do mundo todo. O jeito meio tosco, o ritmo contagiante, as coreografias transformaram o desconhecido em celebridade num piscar de olhos. Os vídeos já ultrapassaram os 200 milhões de views no Youtube.
Claro que paródias, músicas inspiradas e coisas do tipo iam surgir. Claro que o expert no assunto pegar carona num ritmo que explode, Latino, não ia ficar de fora. Logo lançou sua versão que não agradou muito. Mas o Latino é um assunto que merece ser estudado com mais calma.
Enfim, muitas montagens utilizando trechos do videoclipe do Psy apareceram e vi uma hoje que achei bem interessante e divertida...
Abaixo o videoclipe original do Psy e depois a montagem feita com cenas do cinema.


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O CALOR, A LUA E O FIM DO MUNDO...

Vamos lá, adoro essas teorias malucas e que no fundo sempre tem um tantinho de razão. No caso do calor acho que tem total razão. Sim, o calor, assunto preferido do paulistano recentemente, só perde para a chuva quando ela vem em demasia. 
Ouso em dizer que o calor tem sido mais falado que o Palmeiras, que muito provavelmente irá figurar na série B ano que vem. Enfim... Que calor é esse???????? Seria de reclamar até se fosse no verão, mas nem é esse o caso, estamos no inverno. Inverno que trouxe poucos dias de frio para nós aqui do sudeste. 
Minha mãe sempre diz: "é o fim do mundo".  Temo que um dia ela realmente tenha razão e olhe para nós e exclame: "eu não falei..." tirando os exageros é óbvio que algo está errado. Não sou especialista, mas tendo muitos dias de calor no inverno o restante todo começa a ser empurrado como um dominó. 
Aquecimento global, previsão dos Maias, praga de sei lá quem... Chame do que quiser, mas tudo está mudando e rapidamente. 
Hoje voltando para casa olhei para o céu e vi a Lua. Não sei identificar as fases, mas era uma certeza na minha cabeça: ou toda iluminada, ou escondida, ou com o lado esquerdo ou direito igual uma banana, só uma frestinha de luz. Eis que olho e vejo hoje que essa frestinha estava embaixo da lua... Sabe o desenho da banana? mas deitada não de lado... 
Fui pesquisar, é claro!! Encontrei algumas explicações. Algo que não é comum, mas acontece. Detalhes aqui... Achei estranho porque não me lembro de ter visto a Lua assim e olha que eu sempre procuro por ela no céu... 
De qualquer forma, quando comentei aqui em casa minha mãe logo falou: "é o fim do mundo..." Se é o fim eu não sei, mas pelo visto ele realmente está ficando de ponta cabeça. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O NOME DO MASCOTE DA COPA

Nunca gostei dessa coisa: vamos eleger o nome disso, vamos votar no nome daquilo... Não gosto porque essa pseudo sensação de democracia, de participação nas coisas é mais um engodo para que você simplesmente escolha aquilo que querem que você escolha.
Veja só o nome da bola da Copa. Há muito tempo vem se falando em homenagear o locutor Osmar Santos, que muito antes de qualquer um pensar em nomear a pelota para um evento aqui no país, já gritava em suas locuções: "Pimba na gorduchinha". 
Gorduchinha seria um nome interessante, uma homenagem bacana para o locutor e para surpresa de todos nem esteve na lista (bizarra diga-se de passagem) dos nomes a disposição. Ganhou Brazuca (o menos pior) mesmo assim nada simpático.  Claro que tudo surgiu de uma opção do patrocinador dono da bola.
Isso me faz lembrar aquela coisa de infância, que o dono da bola sempre tinha razão e tinha que jogar, mesmo que fosse um perna de pau, já que ele era o dono do instrumento do jogo.
O mesmo estão fazendo com o mascote. Até achei simpático o Tatu-bola ser eleito o mascote, mas e o nome do coitado? As opções: Amijubi, Fuleco e Zuzeco. Alguém pode me explicar??? Eu não entendi ainda... 
Infelizmente vão chamar a bola de brazuca e o mascote de alguma dessas três aberrações acima. A emissora oficial enche o peito pra pedir seu voto. Os lambe saco que vem na rabeira fazem o mesmo. 
Assim como grande parte da mídia baixou a cabeça para pronunciarem a bobagem do PARALÍMPICO, suprimindo a letra O. 
Mascote com nome feito, bola com nome nada sugestivo... Tô só vendo...

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sábado, 15 de setembro de 2012

DOROTEIA

Minha cabeça anda tão preocupada com algumas coisas que até tinha me esquecido de escrever aqui sobre a peça que assisti na noite desta sexta-feira.
Doroteia, de Nelson Rodrigues, traz a história de uma moça que quer largar a vida promiscua e vai buscar nas tias feias e recalcadas a ajuda para isso. Acho que é só o que posso dizer, o resto tem que conferir mesmo. 
Essa é a terceira montagem que vejo do texto do Nelson. Gostei bastante, a atuação de todos é ótima e a bela Aline Moraes personifica muito bem a personagem. 
Os detalhes impostos desde o folder de apresentação até o cenário, figurino e maquiagem nos fazem mergulhar no universo sombrio da casa das três tias de Doroteia. 
Vale a pena conferir a peça!!

Serviço:

Dorotéia
Data: De 28 de julho a 14 de outubro de 2012.
Horário: Sextas, às 21h30; sábados, às 21h e domingos, às 19h.
Local: Teatro Raul Cortez.
End.: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista.

www.teatroraulcortez.com.br

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

SEM VONTADE DE ESCREVER

É meio irônico da minha parte falar que estou sem vontade de escrever, escrevendo um texto. Acho que a questão nem pega tanto na parte mecânica. Sentar diante do computador, digitar, escrever, postar... Isso nem seria o problema.
O problema está quando sua cabeça está muito ocupada com alguns problemas que eles acabam refletindo nos textos. Por isso acabo ficando sem vontade de escrever para não contagiar assuntos com coisas que estejam me fazendo sentir algo de diferente e pouco agradável nos últimos dias. 
Pior ainda quando não é só um foco de incêndio que atinge seus sentimentos, são alguns, que se não forem cuidados com sabedoria, rapidez e atenção podem se alastrar, se juntar e provocar uma queimada muito grande e devastar aquilo que custou tanto para ser construído.
Gostaria de ser mais desencanado com as coisas sabe. Mas não sou. O que faço é tentar apagar primeiro aquilo que me deixa mais angustiado. Sabe quando você não quer ver uma linda floresta, verde, cheia de vida se transformar em cinzas. Pior de tudo é que o fogo quando pega no mato seco se alastra de forma ligeira. 
Espero ter água suficiente para estancar esses focos de incêndio e conseguir plantar novamente sementes bonitas no lugar que já pegou fogo. Dessa forma a vontade de escrever cresce junto com as demais coisas...


terça-feira, 11 de setembro de 2012

11 ANOS DEPOIS A IGNORÂNCIA CONTINUA

Não me envergonho de cair no assunto novamente. Mesmo passado tanto tempo, que na verdade pensando em termos históricos não faz tanto tempo assim, (foi ontem) o 11 de setembro ainda gera um turbilhão de sensações.
A principal dela é a ignorância. Ignorância daqueles que cometeram tal absurdo, ignorância daqueles que foram responsáveis em deixar que tal absurdo acontecesse e ignorância de um monte de gente que adora fazer mimimi sem raciocinar. 
Prova disso foi em alguns comentários que recebi no post que escrevi sobre os bombeiros do 11 de setembro no ano passado. Algumas pessoas falando que o que aconteceu com os americanos foi pouco, que tinham que morrer tudo e por ai vai...
Eu até entendo a revolta contra a política americana que devastou nações com o seu capitalismo e tudo aquilo que já conhecemos dos livros de história e também daquilo que vemos nos noticiários diariamente. 
Não podemos esquecer, acima de tudo, que dentro daqueles prédios, daqueles aviões haviam inocentes, pessoas que deixaram família, sequelas ficaram... Assim como nos povos que sofrem com esse domínio americano.
A solução não pode ser essa sangrenta, ignorante, imbecil. No olho por olho todos saem cegos e continuam ignorantes...

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O RECHEIO DO BUBBALLO

Eu sempre gostei de balas e chicletes, apesar de não ser um viciado em doces. Chocolates por exemplo não fazem parte da minha rotina, só em alguns momentos e num consumo bem moderado. Mas as balas essas sempre estão comigo.
Bala para ajudar com o hálito, outras pra manter um gosto bom na boca, algumas pra mastigar feito louco e aquelas pra você comer sem medo de ser feliz.
Vamos então ao chiclete que evoco no título do post: o bubballo. Se tem uma coisa que me lembro da infância é o bubballo. Primeiro porque nossas mães odiavam que comprássemos porque fazia mal para os dentes. Depois veio aquela história que injetavam droga no lugar do recheio. 
Hum... o recheio. Era a sensação aquele licor nos mais tradicionais sabores. Gostava mais do de uva e morango, mas todos eram bons. O chiclete era ótimo e como tudo perdia o gosto com certa facilidade. Mas nós não estávamos nem aí, saíamos atrás do primeiro bar para comprar mais. 
Quando lançaram o sabor uva, lembro que eu com algumas primas e minha irmã rodamos a cidade de Santos, onde passávamos as férias, em busca da novidade.
O tempo passou, o chiclete tentou se renovar, tentou acompanhar novidades. Criou sabores estranhos, fez misturas, tentou se transformar num bastão mas nada fazia sair do inconsciente aquele pacotinho com a goma solitária. 
Hoje, depois de muito tempo me reencontrei com o chiclete. O de uva estava lá e um de menta (não gosto desses de menta). O sabor ainda é o mesmo, o cheiro também, mas parece que diminuíram ainda mais a quantidade de líquido aromático lá de dentro. O gosto passou rápido, mas a lembrança que ele me trouxe ainda está bem viva.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

VAMOS PRA RUA APROVEITAR A VIDA

O meu trabalho é muito 8 ou 80. Ou fico muito na rua fazendo as gravações ou estou trancado no meu quarto editando o material. 
Porém o trabalho na rua é sempre mais rápido, apesar de cansativo. Já na ilha de edição são horas e mais horas diante do computador, pensando, trocando, ajustando...
Aliado a isso tem a internet. Sim, ela e seus atrativos de distração e também te sugando para trabalhar ainda mais.
Hoje é 7 de setembro, o país comemora sua independência (apesar de grande maioria não fazer ideia do que isso signifique). Está um dia lindo lá fora, um sol forte, céu azul, calor... 
Eu passei aqui rapidinho pra escrever mas vou me libertar um pouco. Vamos pra rua aproveitar o que a vida tem de bom... Eu vou!!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ALTERANDO O ROTEIRO

A vida é uma obra aberta. Somos autores, protagonistas e as vezes até figurantes da nossa própria história. 
Cada um tem a sua forma de escrever, de ir balanceando as situações, quase que num esquema de folhetim televisivo. Você coloca uma certa dose de tudo, uma pitada de drama, um pouco de ação, romance, momentos bons e ruins. 
Muitas vezes, no afoito da empolgação de uma história paralela que surge, acabamos esquecendo que outros núcleos da história precisam de mais atenção e que também aquela ênfase em determinada história pode fazer com que ela se desgaste. 
Por isso é bom, em alguns momentos, que certas situações aconteçam para que você se dê conta daquilo que está escrevendo e quais os rumos que uma história pode tomar. Então, nesse momento o autor tem uma decisão difícil: arriscar nas linhas que começam a ficar mais difíceis e dolorosas para escrever ou virar a página e começar de um ponto neutro evitando assim grandes sustos.
Confesso que as vezes fico segurando a caneta virtual e pensando bem, tentando ver o equilíbrio existente em tudo que já escrevi. 
Será que a história que tenho escrito não está muito uniforme e determinados riscos poderiam ser interessantes para que capítulos futuros ganhe ares mais intensos? Ou devo continuar seguindo minha linha tradicional e chegar em determinado ponto e perceber que a história pode ter sido fraca demais e que pode ficar engavetada ou jogada numa prateleira qualquer em meio a milhares de livros nunca tocados? 
A resposta pode parecer muito óbvia, mas é irritantemente complicada. Chega aquele momento onde o roteiro merece uma revisão e o autor tem que partir para o próximo capítulo...

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

SOCORRO: ESQUECI MEUS FONES

Nessa vida quase sempre solitária que levo nas gravações um companheiro quase que inseparável que me ajuda muito é o fone de ouvido. 
Com ele me conecto no rádio do celular ou no player das músicas favoritas e saio cortando essa cidade gravando matérias, indo para compromissos, enfrentando essa maluquice que é São Paulo.
Engraçado que os fones me trazem sensações diferentes em momentos diferentes. Por exemplo: costumo me sentir muito sozinho, gosto de falar, contar as coisas e ouvir também. Nessa correria passo 90% do tempo praticamente sem falar, estou sempre em trajetos. Eles me fazem companhia, são o elo entre o vazio do corpo e os sons do celular. 
Entretanto, um pouco mais raro de acontecer, mas que também ocorre, os fones são responsáveis por me isolar do mundo, de me tirarem do ambi6ente conturbado e me transportarem para sonhos, ideias, pensamentos... 
Hoje esqueci meus fones em casa. Justo hoje que percorri essa cidade feito louco. Na ida me senti sozinho, fiquei pensativo esperando pelas músicas ou pelas notícias do rádio, mas não tinha como ouvir... 
Na volta tive a outra sensação, uma conversa tosca no trem que envolvia diarreia, baratas, casa em construção e duas personagens que além de falarem muita bobagem, faziam isso como se estivessem na cozinha da casa delas...
Até tentaria mudar de lugar, se não estivesse prensado feito uma sardinha... Resultado foi a saudade do fone de ouvido e ainda ficado com uma história escatológica na cabeça.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A ARTE NA RECICLAGEM

Vou começar nessa semana a pingar aqui no blog algumas das entrevistas que eu e a minha amiga Camilla de Castro, conhecida também como Milla Linhares estamos realizando para o Projeto Personas.
Rapidamente para quem não conhece trata-se de um site onde realizamos entrevistas com pessoas das mais diferentes condições, profissões, gostos, manias... Para saber mais é só visitar o site do personas clicando aqui... Já temos até então 9 entrevistas realizadas e semana sim semana não colocamos mais um depoimento.
O foco está totalmente nas pessoas e nas suas histórias. Caso do Sr. Marino que nos encantou quando conhecemos o trabalho dele.
Em um galpão na Barra Funda ele recolhe e recebe materiais recicláveis. Transforma quase tudo em obra de arte, em brinquedos, em robôs... Uma criatividade incrível, tudo lá tem movimento, cor, luz.. Além de fazer isso ele recebe escolas para passar a mensagem de uma vida mais sustentável e também como reutilizar melhor nossos "restos".
Lá no site do Personas tem algumas fotos e detalhes. Conheça também no Personas: uma apaixonada pela música, o cantor homenageado, a bruxa e seu poder, o palhaço e o dom de fazer rir, a freira que une educação e religião, a recordista brasileira em coleção de quebra-cabeças, a monja que fala sobre o poder da meditação e o colecionador de aparelhos de televisão antigos...
Abaixo o vídeo do Sr. Marino



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domingo, 2 de setembro de 2012

DESCULPA SE TE CHAMO DE AMOR

O título deste post está na minha cabeça há alguns dias. Queria escrever antes mas a correria acabou empurrando o assunto para agora. 
A frase que dá nome ao post é o título de um livro italiano e por consequência também de um filme do mesmo país baseado na obra. Desculpa se te chamo de amor é uma comédia romântica muito bem costurada.
Não li o livro, fiz o caminho inverso, vi o filme primeiro. Gostei do filme e da história. Uma história que não é tão rara de acontecer. O amor entre uma moça bem jovem com um homem mais velho. Uma moça que entra na vida de uma pessoa do nada e ocupa todos os espaços possíveis sem que ele consiga se dar conta. Quando percebe já está tomado por um amor.
O filme não tem nada de extraordinário, é bem simples, segue a receita segura e acho que por isso acerta em cheio. Apesar da história central ser até banal, o longa traz uma quantidade interessante de personagens periféricos que de certa forma não influem na trama central mas dão uma leveza e graça ao filme.
O livro de Federico Moccia (que também assina a direção do filme de 2008) é um fenômeno na Itália e ganhou o mundo. A obra atinge em cheio adolescentes sonhadoras.
Gosto de filmes assim, simples, sem rodeios e que de certa forma dialogam com a gente, com nossas experiências... Quero ler o livro também. Uma boa história é sempre uma boa história, independente se é um drama, um suspense, ou uma história de amor que pode acontecer a qualquer momento com qualquer um de nós.

Um adendo importante: Só conheci esse filme/livro por causa da minha amiga Milla Linhares, que desde que eu a conheci me fala da história, do autor e do filme. Ela me apresentou, me fez assistir e gostar dessa história!!!!




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