domingo, 25 de maio de 2014

FORMAS DE FAZER O BEM


No meio de tantas notícias ruins e de absurdos que acompanhamos diariamente nos esquecemos de olhar para pessoas que fazem o bem, pessoas que nutrem a esperança e que são praticamente bolhas de oxigênio em meio a rios de sujeira.

Um dos objetivos que temos no Personas é justamente de colocar em evidência, deixar na vitrine pessoas que realizam trabalhos interessantes e que colaboram, de uma forma ou de outra, para a propagação de coisas boas.

Nossa, última entrevista foi com o Clerson Pacheco. Clerson é palhaço, isso mesmo, palhaço e se dedica a levar para hospitais sua arte para alegrar e dar esperança para pacientes e funcionários. Conheci o Clerson numa entrevista que participei na Rádio Tupi há mais de 1 ano. Agora deu certo e conseguimos acompanhar ele numa das visitas. 

Abaixo você confere o depoimento do Clerson para o Personas.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

O QUE TEMOS FOTOGRAFADO


Nesses dias de ausência do blog fizemos muitos trabalhos pela Amistie Produções. Estamos com novos clientes (assunto para outro post) e claro, sempre com as pessoas nos procurando para realizarem sessões de fotos.

A diversidade da procura é algo que nos empolga, passando por crianças até pessoas com mais idade, das gestantes no momento mágico da vida até as belas meninas que querem seu dia de modelo. O mais legal disso tudo é que todo mundo pode ter seu dia de estrela, numa sessão de fotografia muito agradável e com resultados bem legais.

Além de tudo é bem gostoso de fazer. São horas de trabalho pesado mas divertido, o que torna ainda mais agradável o momento. 

Se você tem uma ideia, queira fazer uma sessão de fotos fale com a gente. Nosso e-mail é: contato@amistie.com.br 

No nosso site tem mais fotos é só clicar aqui para ver. 





terça-feira, 20 de maio de 2014

SIGO DE VOLTA: SÓ SE VOCÊ NÃO PEDIR

As vezes olho para o céu e pergunto: "Deus, o que acontece com as pessoas?". 

Quando entrei no twitter, quase na fase pré-histórica do microblog, alguns poucos famosos utilizavam a rede. Aliás tinham poucos brasileiros, poucas pessoas, tudo era mais caseiro e mais próximo. Conheci muita gente nessa época, pessoas com quem trocava grandes ideias, debatíamos fatos, trocávamos links. Era legal. Hoje mal acesso ele, apesar de achar uma das ferramentas mais legais. 

A coisa começou a tomar outro rumo, as pessoas começaram a viver implorando que você seguisse, uma disputa desenfreada por números em detrimento do conteúdo. Virou uma praga... 

Eis que esse tipo de coisa chegou em outras ferramentas como o Instagram. Alguns amigos famosos se queixam dos seguidores que ignoram a foto e a possibilidade de uma mínima interação com algo relevante e simplesmente os comentários viram um varal de classificados de sigo de volta, dou tantas curtidas. PRA QUE?????

Essas coisas são naturais, sigo alguém porque gosto, acho interessante e que eu vá me divertir/entreter/colaborar de alguma forma. Não tem como classificar essas pessoas que ficam mendigando isso. Muito provavelmente deve funcionar de alguma forma, já que é tanta gente fazendo isso, mas no fim das contas fica novamente a pergunta: pra que? A coisa tomou uma proporção tão grande que criaram um aplicativo que consegue bloquear os pedintes. 

Segue de volta? Sigo, só se seu conteúdo ou você for interessante. 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

BACIADA

Odeio ficar muito tempo longe do blog, ainda mais quando o longe não é por um motivo físico e sim por um motivo subjetivo. Aquelas desculpas de sempre, que muitas vezes são bem fundamentadas e outras são muletas para disfarçarmos certas coisas.

Confesso que esse afastamento foi até meio que premeditado, precisava de uma certa distancia pra retomar o fôlego. Não adianta nada você ter muita disposição para nadar se o seu fôlego não aguenta muito, e meu fôlego precisava de mais oxigênio...

Tenho uma infinidade de assuntos para escrever, coisas que preciso divulgar, outras que ficam povoando meus pensamentos. Esse blog sempre foi muito objetivo dentro da sua subjetividade.
Portanto vou escrever de baciada, colocar tudo na ponta do teclado e para os espaço as regras de postagem, vou colocando tudo de uma vez...

De volta!!

terça-feira, 6 de maio de 2014

O SORRISO DE MARIA FLOR

Estava de bobeira passando pelos canais de TV quando num desses canais de filmes nacionais vi uma cena da atriz Maria Flor. No exato momento da cena ela esboçava um sorriso que ativou imediatamente minha memória.

Fazia pouco tempo que eu estava na RedeTV! e fui pautado para fazer o lançamento de uma série da Globo. A série era protagonizada pela atriz e se chamava "Aline". Fui até o local da coletiva para a imprensa, um bar na Augusta. Sabia das minhas poucas chances de conseguir algo já que eu era de uma concorrente, mesmo assim topei a pauta e fui. 

Cheguei por volta das 11 da manhã, chovia fino e fazia um frio de leve. Chuva e videorrepórter não se dão bem, já que é humanamente impossível com duas mãos, segurar câmera, microfone e guarda-chuva. Fiquei lá na porta cerca de 30 minutos e nada. Até que uma assessora da Globo que é minha amiga, a Bianca, apareceu. Nada como ver um rosto conhecido. Expliquei minha pauta pra ela e com toda delicadeza de uma amiga ela me disse que eu não poderia entrar. 

Depois de mais de 1 hora os atores do elenco foram chegando. Eu estava encolhido debaixo de uma pequena marquise do bar ao lado que estava fechado naquele horário. Maria Flor foi uma das últimas a sair. Me viu com uma câmera e microfone na mão, fez um tchauzinho e entrou. 

Acho que o negócio demorou mais 1 hora aproximadamente. Eu lá, parado, conversando com o segurança da Globo e com minha amiga assessora que as vezes saia e me levava um petisco. A coletiva foi meio morta, devia ter meia dúzia de jornalistas de veículos impressos e web. No meio do evento o ator Otávio Muller saiu para falar no telefone, me viu e me convidou pra entrar. Obviamente fui barrado e ele ficou irritado pela situação. 

Normal quando não se é global. Acabou a coletiva e fui avisado que ninguém falaria comigo. Paciência... Esperei mais um pouco e os atores foram saindo e entrando rapidamente numa van da emissora. Corriam para fugir da chuva e aposto que de mim também.

Eis que sai Maria Flor, apressada ela entrou no carro. Antes da porta se fechar ela olhou pra mim que estava perto e abriu um sorriso tão lindo, tão gostoso que já teria valido o dia. Antes da porta fechar, ela desceu, veio até mim, me deu um beijo no rosto e pediu desculpas por não poder dar entrevista. Virou, entrou no carro, sorriu novamente e eles foram embora. 

Então, neste dia, o sorriso de Maria Flor entrou para o rol daqueles que ficaram gravados na memória do Antena. 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

20 ANOS DEPOIS...

Sábado pela manhã do último dia de abril de 1994. Como sempre fazia em finais de semana levantei cedo para acompanhar o treino de classificação da Fórmula 1. O esporte havia virado um vício desde que eu me entendia por gente. Tinha 11 anos na época. 
Voltando no tempo me lembro porque gostava tanto daquele esporte. Não lembro quando comecei a assistir Fórmula 1, mas me lembro de muitas corridas. Uma em especial acho que fisgou minha atenção, principalmente porque não consegui assistir direito. GP de Mônaco de F1 em 1993. Senna tinha um carro inferior as super Williams de suspensão ativa e ajudas eletrônicas aos pilotos. Eu estava em Casa Branca no interior de SP num churrasco na casa de pessoas que não conhecia. Em determinado momento todos estavam diante da TV acompanhando as últimas voltas emocionantes que eu tentava espiar entre um vão e outro. Soube que Ayrton venceu pelos gritos eufóricos da todos. Esse dia meu coração pulava de alegria sem ao menos ter visto os detalhes do feito. 
Sábado pela manhã do último dia de abril de 1994. Um choque diante da TV no meu quarto no sítio em Itupeva. Ratzenberg batia forte no muro e a cena do carro deslizando pela pista com parte do braço exposto na carenagem me deixou sem palavras. Horas depois o anuncio da morte do piloto da Simtek. Não sei o motivo mas estava tenso naquele final de semana. Lembro de ter conversado com o pessoal sobre isso, mas a maioria do pessoal da minha idade preferia falar de futebol e jogar no campinho que tínhamos por lá. 
Domingo, 1 de maio de 1994. Logo cedo pulei da cama, fui até a cozinha, minha mãe preparou um café com pão. Como Senna tinha começado mal o ano, ninguém levantou para ver a largada. Apenas um sócio do meu pai tinha me pedido pra acorda-lo assim que a transmissão fosse começar. Bati na porta mas ele preferiu a cama. 
Estava no sofá, sozinho, TV em volume meio baixo até que uma frase ecoou. "Senna bateu forte". Galvão falou e depois silenciou. Dei um pulo. Que puta porrada. Meu instinto jornalístico já corria forte na veia. Se pudesse teria ido até o hospital de Bolonha. O máximo que poderia fazer era noticiar para os que estavam perto de mim. Corri num quarto, bati na porta e disse: "Senna sofreu um acidente bem feio". Fui em outro quarto e repeti o anuncio da batida. 
Lembro que ouvi uma voz de algum dos quartos dizendo: "Ah batidas acontecem sempre, me avisa depois quem ganhou a corrida". 
Voltei para diante da TV sozinho. Fiquei lá vendo aquela agonia, acompanhando aqueles momentos todos. Aos poucos o pessoal foi acordando e se juntando a mim, as caras foram ficando mais tensas, os mais velhos foram ficando preocupados e só ouvia prognósticos graves. 
Eis então que Cabrini confirma aquilo que eu já imaginava "Morreu Ayrton Senna da Silva". Que facada no peito. Que tristeza. Os dias que se passaram foram de um pesar, de uma carga densa que nem sei explicar. 
Esse final de semana é um dos que me recordo de todos os detalhes, do cheiro, dos gostos, das sensações... 20 anos depois tudo se parece como ontem. Senna sempre será um grande ídolo pra mim. Sou um cara de sorte por ter conseguido muitos anos depois ter entrevistado a irmã dele, Viviane, aqui para o blog mesmo e também ter convivido de forma muito próxima (até hoje) com uma figura presente em toda carreira do tri-campeão na F1, o prof. Nuno Cobra. É tão bom as vezes ouvir algumas histórias. 
A morte de Senna não me afastou da F1, aliás acho que ela me aproximou muito. Sigo de perto tudo que acontece. Vejo as corridas todas e acho que é uma forma de me sentir perto daquele amigo que todos nós tínhamos e sempre nos visitava pelos domingos...

O Mural está aqui

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