domingo, 29 de março de 2015

15 ANOS DE PROFISSÃO

O dia que nasci para a profissão
Não sei se já contei por aqui como minha vida profissional começou, devo ter contado, mas é sempre bom poder falar já que a data é especial pra mim.
Comecei minha caminhada no mundo do jornalismo e televisão logo nos primeiros meses de faculdade. Por uma questão de me colocar diante das possibilidades e também com um pouco de sorte logo no segundo mês de faculdade consegui meu primeiro estágio.
Lá estava eu nervoso na sala do jornalista José Nello Marques, que além de grande radialista na Rádio Bandeirantes e apresentador da Band, era o diretor da TV Uniban que fazia parte do CNU. Eu tinha passado na prova de seleção e ali estava diante dele para saber o que eu ia fazer lá.
Primeira coisa que me mandaram fazer foi etiquetar fitas Beta que seriam utilizadas em externas. "Aprendi" o que tinha que fazer em poucos minutos com a secretária da redação e lá fiquei eu a tarde toda etiquetando e observando o movimento ao redor. Uma ajuda aqui, outra ali, acompanha uma externa, fica no estúdio, aprende a rodar o TP, ajuda a guardar equipamento, fica olhando na edição... Essa foi a rotina por algumas semanas.
Depois de ambientado e passada aquela timidez inicial já estava mais próximo das pessoas e conseguindo me sentir mergulhando nessa profissão que amo tanto. Nessa altura comecei a ajudar em roteiros dos jornais, na decupagem das gravações e palpitando em pautas.
Certo dia, por conta de um trabalho para a faculdade sobre telenovelas, tive a oportunidade de fazer uma entrevista. Um belo dia a atriz Lolita Rodrigues esteve nos estúdios da TV para participar de um programa que fazíamos lá. Comentei com a produtora executiva da TV a minha necessidade para o trabalho e ela disse que iam me ajudar.
Eu apenas tinha pedido a oportunidade de falar com ela e fazer uma entrevista de forma mais tradicional (bloquinho e caneta). Eia que minutos depois a produtora me chamou e falou: já falei com a equipe e assim que acabar a gravação do programa você vai para o estúdio e grava com ela lá. Eu gelei na hora. Como assim gravar?
Ela sorriu e disse para eu aproveitar a chance que estariam me observando e já que eu estava trabalhando em TV nada melhor do que fazer uma entrevista em vídeo. Fiquei no switcher acompanhando a gravação do programa e imaginando o que eu ia falar.
Enquanto a equipe arrumava a luz conversei rapidamente com a Lolita na redação. Ela foi muito gentil e logo partimos para o estúdio. Sentamos e me deram o microfone. Acenderam as luzes, deram o sinal de gravando e fiz minha entrevista com ela. Foram 10 minutos de gravação.
Neste dia nasci para a TV, para o jornalismo, para o mundo audiovisual era março do ano 2000. Depois disso muita água rolou, fiz sempre coisas muito legais pelos lugares por onde passei até chegar hoje e ter minha própria produtora de conteúdo.
Não dei as costas para as mudanças tecnológicas, para as diversas formas de produzir  e contar histórias. Seja diante das câmeras ou empunhando elas, seja fotografando, escrevendo, dirigindo, produzindo, editando, ensinando, sou feliz pela escolha que fiz e sei que muito mais está por vir.

terça-feira, 24 de março de 2015

#ALETRADASPESSOAS

Há algumas semanas minha amiga e sócia Camilla postou no face algo escrito com a letra dela e essa hashtag que dá título ao post.

Vi que era uma espécie de "campanha" que estava se espalhando pelo face. Achei muito legal porque realmente hoje em dia escrever à mão tem sido cada vez mais raro. Hoje digitamos muito mais do que empunhamos uma caneta.

Eu sempre gostei muito de escrever à mão. Tenho uma letra legal e sempre que possível gosto de me expressar dessa forma. As pessoas mais próximas sabem disse. Sempre que possível mando bilhetes, escrevo cartas e coisas do tipo.

Acho que ao receber algo escrito à mão a proximidade da mensagem fica muito maior. Não que de outra forma não seja, mas feito à mão denota que você se debruçou diante do papel e fez uma ligação direta entre a cabeça, ou dependendo dos casos o coração, e a caneta.

Gosto de ver a letra das pessoas, a forma como escrevem, o desenho das letras. Alguns especialistas até analisam a caligrafia e dizem que ela revela muito da personalidade das pessoas.

Bom, se possível mande algo escrito a mão aqui nos comentários ou pelas redes sociais e escreva mais à mão pois é bem prazeroso também.

sábado, 7 de março de 2015

O FANTÁSTICO CORPO HUMANO

Há alguns anos, se não me engano em 2007, lembro que uma exposição estava trazendo uma certa polêmica para o Brasil. Era a primeira vez que os corpos humanos vinham para o país para uma exposição.

Na época gravei uma reportagem bem legal pela TV Uniban. Lembro de ter ficado bem impressionado pela curiosidade e detalhe das coisas que vi na exposição. 

O tempo passou, a exposição retornou algumas vezes e desde o começo do ano está no Santana Parque Shopping aqui na Zona Norte de São Paulo. Tentei gravar antes, mas a rotina de gravações estava bem acelerada mas consegui antes que ela terminasse fazer esse registro.

"O Fantástico Corpo Humano é uma experiência incrível para nos conhecermos melhor. Olhar para nosso corpo, entender como ele funciona, como ele sofre com algumas ações e como podemos cuidar melhor dele.

São 12 corpos reais e mais 153 peças entre órgãos e tecidos. Não é uma exposição amedrontadora ou coisa do tipo, o caráter educativo é imenso e vale a pena visitar antes que termine. Por falar nisso ela fica nesse shopping até o dia 15 de março. Depois deve ir para outro shopping na grande São Paulo e retornar aos EUA.

Na videorreportagem abaixo você confere os detalhes dessa curiosa e fascinante exposição. Curta e compartilhe nas redes sociais!

terça-feira, 3 de março de 2015

SE ELA DANÇA, EU DANÇO

Acho que todo mundo é capaz de tudo, porém há aquela história "fulano nasceu pra isso". Assim sendo cada um vai entrando naquela zona de conforto e de prazer onde consegue desempenhar tarefas, profissões, lazer e etc.

Nem sempre é possível, principalmente quando falamos de trabalho. Conheço muita gente infeliz no trabalho que desempenha porque não é algo que faz parte da natureza dela, da aptidão, do "dom". É triste porque você acaba vivendo algo que não te complementa. 

Graças a Deus e ao Universo que conspirou, profissionalmente não tenho do que reclamar. Faço o que amo e o que tenho talento para desempenhar. Nos meus 15 anos de carreira (que por sinal completo neste mês), nunca precisei trabalhar em algo que não fosse da minha esfera.

Ao mesmo tempo sei reconhecer que para algumas áreas não tenho o menor talento. Música, sou péssimo. Jogar bola, só pra distrair mesmo. Tocar um instrumento musical, não rola. Dançar, esse nem se fala. 

Acho que de todos os talentos que eu sei que não tenho, dançar é o que mais me deixa inibido. Sabe quando você trava diante de uma situação? Na época do colégio fizemos uma peça, Grease, e assim como o filme era toda cantada e dançada. Foi um sofrimento. 

Uma vez estava em um bar aqui em SP que tem shows de dança do ventre. Adivinha quem as dançarinas escolheram pra ir no meio dançar com elas? Sim, eu (aliás, outro tema pra post: quando você é escolhido para fazer as coisas). Foi um mico gigantesco.

Nesse dia pensei "preciso aprender a dançar", mas durou apenas aqueles instantes da vergonha. Em outras ocasiões também já me fez falta não saber dançar. Porém é algo que ultrapassa o fato de aprender, o problema é o corpo que não tem o menor jogo de cintura.

No último final de semana fiquei um bom tempo dançando (momento para risos internos). Eu apenas fiquei balançando enquanto a parceira fazia tudo, pulava, girava, ficava de ponta cabeça... Foi divertido e mais uma vez veio p pensamento de ao menos tentar desenferrujar. 

Acho que pode ser interessante sair da zona de conforto. 

O Mural está aqui

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